Em março, o percurso dos Pequenos Urbanistas avançou para uma dimensão fundamental: compreender que cidade não é formada apenas por ruas, edificações e infraestrutura . Ela também é feita de memória, cultura, relações, pertencimento e das experiências de quem vive o território. As atividades aproximaram os jovens da escuta comunitária e das relações sociais presentes nas ruas e praças. O diagnóstico passou a considerar não apenas aquilo que é fisicamente visível, mas também os modos de viver, conviver e atribuir significado aos lugares. Nesse processo, conceitos como Culture, Space and Belonging , Collective Design for Change , Youth-led Urban Innovation e Building Human-Centered Cities também passaram a integrar o repertório formativo. A utilização desses termos teve um propósito: mostrar aos jovens que práticas comunitárias realizadas nas periferias dialogam com conceitos discutidos internacionalmente. Conhecer novas linguagens não significa substituir os saberes do território, ...